Prefeita é processada por decidir substituir o Carnaval por evento Gospel
Categoria: noticias | Publicado em: 18/02/2025
Após o anúncio da substituição do Carnaval por um festival gospel em Zé Doca, no Maranhão, o juiz Marcelo Moraes Rêgo de Souza ordenou que a Prefeitura da cidade e a prefeita Flavinha Cunha (PL) apresentem uma justificativa para a alteração das tradicionais festividades na região.A ordem foi dada após ação popular movida pelo advogado Jean Menezes de Aguiar, que ingressou com um pedido na última segunda-feira (3) para que a Justiça cancele o festival gospel “Adora Zé Doca”, previsto para ocorrer entre os dias 1 e 4 de março.
Além disso, o magistrado da 1ª Vara de Zé Doca intimou o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) a se manifestar sobre o evento. Somente após essa manifestação, o juiz poderá decidir se concederá ou não uma liminar para suspender a festa.Em nota enviada ao portal de notícias UOL na última terça-feira (4), o MP-MA afirmou que o promotor de Zé Doca, Frederico Bianchini Joviano dos Santos, pediu explicações sobre valores, termo de referência da contratação dos shows e demais documentações do processo para realização do evento.Enquanto isso, a prefeita Flavinha Cunha tem divulgado as atrações cristãs que farão parte do festival na cidade. O evento “Adora Zé Doca” contará com a cantora Maria Marçal, a banda Morada e o cantor Gerson Rufino.Conforme o UOL, ao todo, cinco artistas já foram contratados e o município gastará mais de R$ 600 mil com os cachês. Outros nomes listados foram o do cantor Kleber Nascimento e o grupo infantil 3 Palavrinhas.A ação popular afirma que a realização do festival cristão viola a Constituição ao promover a discriminação religiosa e quebrar o princípio do estado laico.O advogado também alegou que a festa é um caso de “malversação de recursos públicos”. Com isso, Jean busca a anulação do evento e a restituição do dinheiro já eventualmente gasto.No dia 19 de janeiro, ao lado do deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL), Flavinha compartilhou o anúncio do festival gospel. A notícia foi divulgada nas contas oficiais dos políticos e da prefeitura.No entanto, a decisão da prefeitura dividiu a opinião dos moradores. E, apesar do cancelamento da folia no período de carnaval, a prefeitura informou que um baile de carnaval ocorrerá nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro.
Além disso, o magistrado da 1ª Vara de Zé Doca intimou o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) a se manifestar sobre o evento. Somente após essa manifestação, o juiz poderá decidir se concederá ou não uma liminar para suspender a festa.Em nota enviada ao portal de notícias UOL na última terça-feira (4), o MP-MA afirmou que o promotor de Zé Doca, Frederico Bianchini Joviano dos Santos, pediu explicações sobre valores, termo de referência da contratação dos shows e demais documentações do processo para realização do evento.Enquanto isso, a prefeita Flavinha Cunha tem divulgado as atrações cristãs que farão parte do festival na cidade. O evento “Adora Zé Doca” contará com a cantora Maria Marçal, a banda Morada e o cantor Gerson Rufino.Conforme o UOL, ao todo, cinco artistas já foram contratados e o município gastará mais de R$ 600 mil com os cachês. Outros nomes listados foram o do cantor Kleber Nascimento e o grupo infantil 3 Palavrinhas.A ação popular afirma que a realização do festival cristão viola a Constituição ao promover a discriminação religiosa e quebrar o princípio do estado laico.O advogado também alegou que a festa é um caso de “malversação de recursos públicos”. Com isso, Jean busca a anulação do evento e a restituição do dinheiro já eventualmente gasto.No dia 19 de janeiro, ao lado do deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL), Flavinha compartilhou o anúncio do festival gospel. A notícia foi divulgada nas contas oficiais dos políticos e da prefeitura.No entanto, a decisão da prefeitura dividiu a opinião dos moradores. E, apesar do cancelamento da folia no período de carnaval, a prefeitura informou que um baile de carnaval ocorrerá nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro.